Ao Haru Ride: Um emocionante filme que fala sobre a adolescência

julho 05, 2016 Leo Miyamoto 0 Comments

Anteontem terminei o Koinaka e confesso que é difícil quando você termina um ótimo dorama e sai na busca de doramas tão bons quanto, mas eu consegui felizmente:
Não é bem um dorama e sim um filme, Ao Haru Ride! (Aoharaido)

De novo temos a Tsubasa Honda sendo deixada sozinha no festival de fogos de artifício, na pele da Futaba Yoshioka. Só que não pelo Aoi, e sim pelo Kou Mabuchi (Masahiro Higashide).

Eu confesso que fiquei surpreso: Eu queria muito um dorama que tivesse a mesma vibe do Koinaka e ia direto pro 'Itsuka', mas então achei esse filme. Não esperava que o filme fosse me satisfazer tanto.

Só que diferentemente do Koinaka, onde eu não consegui nem sentir raiva do Shota, aqui realmente tiveram algumas vezes que a raiva apareceu e o choro idem.

O grande ponto do filme foi quando o Mabuchi reconheceu que por se amarrar tanto no passado, parou de viver com felicidade. Tinha perdido a mãe, o que foi uma dura e dolorosa perda.

A parte que ele se lembra da mãe, com carinho e afeição na frente do padre foi bem emocionante. O Masahiro se deu bem na cena, mesmo. É o momento que Mabuchi vai à igreja e percebe que todas as orações da mãe não eram para que ela se recuperasse, mas para que ele fosse feliz. Aí nem tinha como né, choro mesmo. Dorama dos fortes.

Aliás taí mais um ator que passarei a acompanhar (Masahiro). Bem, não esperava também que duas atrizes do dorama aparecessem, além da Tsubasa, teve a Yua Shinkawa que interpretou uma das amigas da Futaba.

Outra parte bem bacana é quando ele questiona as amizades da Futaba. A própria percebe que suas amizades não eram fortes o suficiente, porém preferia ficar acompanhada do que ficar só.

Depois vemos que ele também tinha passado por um longo momento de solidão, (principalmente consequência da perda da mãe) e por isso havia se tornado alguém amargurado.

E aí que um novo grupo de amizades se forma. Eu senti um certo ar nostálgico no filme, do companheirismo dos colegas na adolescência...

A Tsubasa me surpreendeu novamente. De novo o casal mostrou sintonia, (Tsubasa e Masahiro) não era uma coisa distante, etc. Gostei.

Detalhe que num certo ponto, o Mabuchi convida de novo no mesmo lugar a Futaba para o festival, mas de novo ele não aparece e ela logicamente não fica feliz.
Fiquei com um pouco de pena da personagem...

De novo temos um cara que foi deixado pela Tsubasa e uma menina que foi deixada pelo Masahiro, no filme. Ambos até tentaram viver separados mas não deu.

Ikimono como trilha sonora também é um ponto positivo! ^_^

Finalizando, o pôr-do-sol no final para mim representou o recomeço, uma nova possibilidade de mudar a história, abandonando um passado de solidão e melancolia.

Foi tocante a última frase dita "Erros foram cometidos na adolescência, mas... é adolescência exatamente porque cometemos erros".

Se eu recomendo? Mas é claro! Porém se prepara que o filme tem umas partes tristes. É divertido e realmente te faz refletir um pouco. Valeu por lerem!

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