Kanojo wa Uso wo Aishisugiteru: Um casal apaixonado pela música

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Bem, primeiro trabalho que acompanho do Sato Takeru e o segundo da Ohara (Já tinha visto Koinaka)

O Sato Takeru intepreta um compositor de músicas e ex-integrante da banda CRUDE PLAY, o Aki. No começo, ele se mostra insatisfeito e vamos percebendo ao longo do filme o porquê disso. Era para Aki ser um dos integrantes da banda CRUDE PLAY, junto com seus três amigos de infância, porém ele se nega a debutar pela banda quando ele percebe que seriam outros músicos que tocariam por eles. Na verdade, basicamente seria como se a banda entrasse no palco e fingissem que estão tocando enquanto rola a música de fundo. Aki não aceitou isso, os outros integrantes também não, mas os outros três decidem aceitar essa exigência, e aí outro integrante (Shinya, por Kubota Masataka) assume como baixista.

Fica claro que a insatisfação vem daí: Nesse momento do sucesso do CRUDE PLAY, não era mais aquele ambiente escolar em que os quatro amigos tocavam por diversão, faziam música de forma descompromissada. Quando conseguiram um contrato e notoriedade, é como se tudo isso tivesse acabado. É visível que Aki odeia essa pressão de ter que fazer música por resultados, por dinheiro. Aki de fato tem uma vida confortável como compositor mas não está feliz.

Quando o Aki conhece a Mush  (assim chamarei ela Riko Koeda, interpretada pela Ohara Sakurako) ele começa a se apaixonar por ela e acaba revivendo esse amor pela música. O ator Takashi Sorimachi no filme interpreta um produtor musical, e o interessante é que são abordados algumas coisas que vemos não no dia a dia de quem consome a música, no caso nós. O ponto de vista é o de quem está produzindo essas músicas. Um ponto de vista comercial e frio, porque geralmente vemos músicas extremamente emotivas, mas o que se percebe é que não há emoção, existe uma frieza e somente aquela preocupação sobre a música vai vender bem.

O Shinya, ele é deslocado na história, ele entra no lugar do Aki como baixista mas não é um dos amigos de infância, não vejo como se ele interferisse na história. A Mari também, uma cantora famosa que tenta separar o casal principal, mas... Não chega nem perto disso.

Diria que tanto o Shinya como a Maki, interpretada pela Aibu Saki, vieram mais pra gerar essa crise entre o Aki e a Mush. Eu sabia que os dois não iam se separar, mas sempre tem nos doramas e filmes, aqueles que tentam separar o casal principal. É o caso aqui, nada mais.

Já no final, O Aki quase embarca pra Londres, mas acaba no último segundo literalmente desistindo (ou pelo menos foi a ideia que ficou) e teve um beijo digno de história com final feliz.

Sem esquecer a perfo de Chippokena. Essa música composta pelo Aki no filme, direcionada a Mush, diz que ela o tirou da escuridão e o trouxe para a luz. Diz também que ele espera um dia, sincronizar o sorriso dele com o dela. Bem bonita a canção.

Acredito que a parte do cíume poderia ir além, mas por se tratar de um filme acho que não tinha tempo do casal se separar completamente e voltar. Não achei que aqueles dois personagens atrapalharam tanto a vida do casal principal.

O ponto alto do filme é praticamente no final, a performance da Ohara já tinha visto sem ser no filme e na hora que ela cantou, eu cantei junto porque adoro a música =D

Se eu recomendo, recomendo! É um filme que tem foco no mundo da música, o mundo do entretenimento é representado nos comerciais, debut, promoção do artista, venda de CDs e também uma performance no Music Stage, provavelmente uma referência ao MUSIC STATION.

E lógico, o romance do casal principal, o Takeru Sato e a Sakurako Ohara.
Como primeiro trabalho que vejo do cara, nada mal, consegue convencer e passarei a acompanhá-lo também. Fica a recomendação não só do filme, bem como da música também, bem bacana.

Performance de Chippokena Ai no Uta

É isso, espero que tenham gostado, obrigado por lerem!

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