(C) avex A Ayumi Hamasaki virou praticamente uma entidade no J-pop. Máquina de hits, recordes em sequência e um domínio raro após a estreia pela Avex Trax. Mas nada disso era óbvio no começo. Antes do estrelato, Ayumi tentou de tudo: atriz, modelo… e cantora. Em 1995, chegou a lançar um single — de rap. Não funcionou. As aparições na TV não engrenavam, a carreira não avançava e o futuro era incerto. Por muito pouco, o Japão não conheceria uma das maiores artistas de sua história. Fora dos holofotes, a base também era instável: filha de pais divorciados, cresceu com a mãe e a avó, longe de qualquer ideia de conforto. A virada veio com um encontro. Max Matsuura enxergou o que quase ninguém via. O que muitos chamavam de “resultados fracos”, ele leu como potencial no lugar errado. Mandou Ayumi para Tóquio e Nova Iorque, bancou aulas, processo, reconstrução. No meio disso, algo chamou atenção: as cartas que ela escrevia. Ali havia voz. Max percebeu e pediu que ela transformasse aquilo em...
Comentários