Namie Amuro: Especial

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Namie Amuro. Ela, que nos fez chorar. Cantar. Dançar. Nos animar. Uma cantora que quebrou barreiras e apresentou ao Japão o que é ser uma diva do pop. Várias adolescentes tentavam seguir seu caminho. E mesmo quem não acompanhou totalmente sua carreira é capaz de reconhecer que Namie continua até hoje muito bem. Inclusive movimentando o mundo dos animes (ONE PIECE), dos filmes(DEATH NOTE), dos noticiários (tema do NEWS ZERO da NTV), dos doramas (Haha ni Naru), de cobertura de olimpíada (Hero) e o J-POP como um todo. E movimentou ainda mais, com a notícia de sua aposentadoria.

Talvez houvesse um choque. Depois uma constatação: Ela escolheu parar no auge da carreira. E havia um sentimento de gratidão generalizado, pelos 25 anos representando muito bem o gênero e sendo uma das grandes referências no J-POP e em uma roda de amigos, ao indicar alguma cantora ou cantor do Japão. Em uma lista extensa, era muito fácil que seu nome fosse um dos primeiros citados. Por ser uma das maiores cantoras da terra do sol nascente.

A cantora que emocionou com CAN YOU CELEBRATE, Love Story, ALL FOR YOU, Four Seasons, SWEET 19 BLUES, Baby don't cry, White Light era a mesma que nos fez animar com WHAT A FEELING?, Photogenic, ROCK STEADY e tantas outras.

Emocione-se.


Anime-se!

Uma cantora que literalmente marcou gerações. E teve um lançamento com mais de um milhão de cópias vendidas, ao menos, em cada fase da sua vida. Na adolescência, aos 20, 30 e agora, aos 40.

Finally simboliza a união de todos fãs de todas as épocas de Namie. Pessoas que passaram a infância e adolescência escutando Namie. Essas mesmas pessoas tornam-se adultas e continuaram a escutando!

E então, ao lerem a notícia da aposentadoria daquela que é uma das maiores referências do pop japonês, emocionam-se.

Lembram-se de momentos felizes vividos ao som de Namie. E querem guardar este álbum, como uma lembrança de um tempo feliz. Não deu outra. O álbum dos 25 anos de Namie Amuro, já superava em vendas e pré-vendas, um milhão de cópias na semana do lançamento.

Falar de Namie é como falar de uma peça vital na J-Music. Parte de um quebra-cabeça tal que sem essa parte, não é possível descrever o que é música japonesa. Como falar de Chage & Aska, GLAY, L'Arc, Utada, Ayumi, Seiko Matsuda, Yutaka Ozaki, ZARD e não falar de Namie Amuro. É um pouco improvável. E mesmo hoje: Falamos de Arashi, AKB, E-girls, AAA, Kyary, SCANDAL, BABYMETAL, ONE OK ROCK, Momoiro Clover Z, Morning Musume, Utada, Ayumi, Koda... e Namie! É impossível falar de J-POP sem citar ela. É quase um absurdo. Mesmo quando temos novos nomes como DAOKO, Kenshi Yonezu e WEDNESDAY CAMPANELLA.

Talvez o fato de ela ser tão relevante, tendo novos fãs e mantendo os que já a conheciam fizeram dela quase que um mito para a música pop japonesa.

A mesma Namie que lançou Wishing on the Same Star em 2002,

É a mesmissima que lançou a potente e viciante Fighter:

Trouxe um conceito legal nos clipes, divertindo com Golden Touch.

Representou muito bem o Brasil cantando um dos temas da cobertura das Olimpíadas!

Como não lembrar de suas parcerias?

A NHK, reconhecendo sua importância, a convidou para o mais tradicional programa de música da televisão japonesa, o Kouhaku Utagassen. Depois de muitos anos, mas que provavelmente, será sua última apresentação no Kouhaku, se Namie não reverter sua aposentadoria.

Fica o agradecimento. Por toda sua história e tudo o que fez no J-POP. Faltam ainda alguns meses. E assim, como é de seu desejo, que 2018 seja mesmo o melhor ano da sua carreira.

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